{"id":8459,"date":"2024-01-26T10:02:52","date_gmt":"2024-01-26T13:02:52","guid":{"rendered":"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/?p=2022"},"modified":"2026-02-10T16:12:11","modified_gmt":"2026-02-10T19:12:11","slug":"uma-ciranda-entre-memorias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/uma-ciranda-entre-memorias\/","title":{"rendered":"UMA CIRANDA ENTRE MEM\u00d3RIAS"},"content":{"rendered":"<h5 style=\"text-align: center;\">UMA CIRANDA ENTRE MEM\u00d3RIAS<\/h5>\n<p style=\"text-align: center;\">24 de mar\u00e7o de 2025<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4025-Enhanced-NR-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2024\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4025-Enhanced-NR-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1707\" \/><\/a><em>Foto: JPrado<\/em><\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Seguindo o futuro das Escolas Vivas, sonhamos viver <\/span>o tempo das mem\u00f3rias vivas e ativas<span style=\"font-weight: 400;\">, em um fluxo constante de trocas e sens\u00edveis intera\u00e7\u00f5es com todas as formas de vida.<\/span><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Cristine Taku\u00e1<\/span><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No dia 24 de janeiro de 2024, fizemos um grande encontro na exposi\u00e7\u00e3o <\/span><strong><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/viva-viva-escola-viva\/\">LONG LIVE THE LIVING SCHOOLS<\/a><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>,<\/strong> celebrando os \u00faltimos dias na Casa Fran\u00e7a-Brasil, no Rio de Janeiro. A visita\u00e7\u00e3o segue aberta ao p\u00fablico at\u00e9 domingo, dia 28 de janeiro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No entanto, em vez de um encerramento, o que criamos juntos foram novas aberturas, novas conversas, novos in\u00edcios. O que \u00e9 vivo, afinal, n\u00e3o se encerra, ainda mais quando sabemos que nossos passos v\u00eam de antes. Quando nos reunimos em roda para celebrar a mem\u00f3ria, a diversidade e a pot\u00eancia viva de estarmos juntos, aprendermos e ensinarmos. Essa foi mais uma oportunidade de aprender a estar no mundo desde dentro das <strong><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/colabore\/\">Living Schools<\/a><\/strong>.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Untitled_1.1.2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2061\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Untitled_1.1.2.jpg\" alt=\"\" width=\"1920\" height=\"1080\" \/><\/a>Foto: JPrado<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em uma visita guiada por toda a exposi\u00e7\u00e3o, seguida de uma roda de conversa e cantos, cerca de 100 pessoas acompanharam Cristine Taku\u00e1, Anna Dantes, Leda Maria Martins, Veronica Pinheiro e Viviane Fonseca-Kruel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para abrir a visita, Anna e Cris falaram um pouco sobre o trabalho do Selvagem, das Escolas Vivas e o pensamento criativo por tr\u00e1s da exposi\u00e7\u00e3o. Veronica fez um lindo relato sobre o trabalho do grupo Crian\u00e7as ao longo de todo o ano, comentando sobre a import\u00e2ncia da comunidade, de ter um grupo que caminha unido e que constr\u00f3i com amor e dedica\u00e7\u00e3o cada atividade, cada oficina e di\u00e1logo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4056-Enhanced-NR-1-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2037\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4056-Enhanced-NR-1-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1707\" \/><\/a><\/span><em>Foto: JPrado<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A visita guiada se iniciou com Anna falando sobre o povo Huni Ku\u00ef, um pouco de sua hist\u00f3ria recente e seus saberes ancestrais. Toda a exposi\u00e7\u00e3o VIVA VIVA ESCOLA VIVA traz uma rela\u00e7\u00e3o entre mem\u00f3ria e inova\u00e7\u00e3o, passado e presente, e o espa\u00e7o dedicado aos Huni Ku\u00ef apresenta isso com bastante relev\u00e2ncia: ali est\u00e3o os ensinamentos da jiboia, da aranha e das for\u00e7as da natureza, que ensinaram os Huni Ku\u00ef em um passado ancestral a arte dos grafismos, da tecelagem e da cura. Logo ao lado, um espa\u00e7o dedicado \u00e0s Casas de Ess\u00eancias Huni Ku\u00ef e \u00e0 import\u00e2ncia dos cadernos, l\u00e1pis e caneta nas aldeias, mostra outros tempos presentes, com suas pr\u00f3prias tecnologias e demandas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os cadernos e cartilhas, por exemplo, entraram nas aldeias trazendo direitos, possibilidades de express\u00e3o e outra rela\u00e7\u00e3o dos Huni Ku\u00ef com a sociedade n\u00e3o ind\u00edgena, depois de d\u00e9cadas de maus tratos no contexto da explora\u00e7\u00e3o da borracha no Acre. Anna Dantes tamb\u00e9m enfatizou como a exposi\u00e7\u00e3o VIVA VIVA ESCOLA VIVA \u00e9 um cultivo desse di\u00e1logo com as plantas mestras e outros seres n\u00e3o humanos, que os Huni Ku\u00ef celebram em suas obras, assim como muitas a\u00e7\u00f5es do Selvagem o fazem.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4066-Enhanced-NR-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2026 size-large\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4066-Enhanced-NR-683x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"683\" height=\"1024\" \/><\/a><em>Foto: JPrado<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Seguindo o circuito da exposi\u00e7\u00e3o, Cris Taku\u00e1 falou sobre as grandes bandeiras Guarani e Maxakali e a import\u00e2ncia dos elementos culturais e espirituais ali presentes. A bandeira Guarani, por exemplo, traz uma representa\u00e7\u00e3o de um <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">petyngua<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (cachimbo), que \u00e9 usado para o tabaco e as rezas. Cris ressaltou esse elemento e como o povo Guarani acredita e sustenta que o tabaco \u2013 natural, usado segundo as pr\u00e1ticas ancestrais e sagradas \u2013 traz muitas curas, diferente do uso que a sociedade n\u00e3o ind\u00edgena fez dele.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4083-Enhanced-NR-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2027\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4083-Enhanced-NR-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1707\" \/><\/a><em>Foto: JPrado<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em seguida, Cris e Carlos Pap\u00e1 apresentaram ao p\u00fablico as obras do povo Guarani, representando a <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Nh\u00eb\u2019ery<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> \u2013 a floresta que conhecemos como Mata Atl\u00e2ntica \u2013, a cria\u00e7\u00e3o do mundo e dos astros. Pap\u00e1 tamb\u00e9m apresentou duas telas pintadas por ele, que retratam <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Nhandexy <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u2013 nossa m\u00e3e, o escuro \u2013 e contam a hist\u00f3ria do Sol na Terra.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na sala dos povos do Rio Negro, representados pelas escolas vivas Baniwa e Tukano, tivemos a grande oportunidade de ouvir Francisco Baniwa narrando as hist\u00f3rias ali retratadas nas aquarelas de seu filho, Frank, que foram tamb\u00e9m reunidas por sua filha, Francy, no livro <\/span><strong><a href=\"https:\/\/dantes.com.br\/produto\/umbigo-do-mundo\/\"><i>Umbigo do Mundo [World\u2019s Navel]<\/i><\/a><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">. Francisco seguiu de obra em obra apontando detalhes tanto das artes quanto das hist\u00f3rias ali representadas \u2013 mostrando a \u201cprimeiridade da voz e da oralidade, mas sem conflito com os c\u00f3digos visuais ou escritos\u201d, como disse Leda Maria Martins mais adiante, agradecendo a Francisco por seu relato. Foi uma oportunidade muito especial de ouvir cada narrativa, perceber as rela\u00e7\u00f5es entre elas e vislumbrar a imensidade dos saberes ali representados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4113-Enhanced-NR-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2028\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4113-Enhanced-NR-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1707\" \/><\/a><\/span><em>Foto: JPrado<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 no final da visita guiada, Cris Taku\u00e1 falou sobre o povo Maxakali e a import\u00e2ncia da espiritualidade e da floresta nas obras ali presentes. Cris tamb\u00e9m contou um pouco sobre as a\u00e7\u00f5es da <\/span><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/escola-apne-ixkot-hamhipak\/\"><b>Maxakali Living School<\/b><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, como as oficinas conduzidas por Sueli e Isael Maxakali em seu territ\u00f3rio, das quais resultaram algumas das obras presentes na exposi\u00e7\u00e3o. Essas oficinas foram feitas em algumas sess\u00f5es, com muitos jovens presentes, a partir da conta\u00e7\u00e3o de hist\u00f3rias pelos anci\u00f5es e anci\u00e3s da aldeia, e foram de grande import\u00e2ncia para os Maxakali.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Tanto os Guarani quanto os Maxakali trazem um forte aspecto de resist\u00eancia espiritual diante do desaparecimento das florestas em que vivem. Uma das obras Maxakali que falam desse tema, apontada por Cris, \u00e9 um retrato de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">M\u00f5gm\u00f5gka Tap<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, o gavi\u00e3o, que para os Maxakali \u00e9 o ser que mais sente falta das grandes \u00e1rvores.\u00a0<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8220;Muitas vezes, os jovens das aldeias sequer conhecem alguns seres, como animais e plantas, que est\u00e3o presentes nos cantos e na mem\u00f3ria tradicional, mas j\u00e1 foram extintos. Aqui, portanto, a import\u00e2ncia de manter a mem\u00f3ria viva, e junto a ela a profundidade de cada cultura e seus conjuntos de saberes.&#8221;<\/span><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No \u00faltimo momento do encontro, fizemos uma roda de conversa com o p\u00fablico, as convidadas e convidados. A primeira pessoa a falar foi Viviane Fonseca-Kruel, curadora da cole\u00e7\u00e3o de Plantas Medicinais do Jardim Bot\u00e2nico do Rio de Janeiro, uma de nossas parceiras na exposi\u00e7\u00e3o, que apoiou com mudas o nosso jardim.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4153-Enhanced-NR-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2029\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4153-Enhanced-NR-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1707\" \/><\/a><\/span><em>Foto: JPrado<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Viviane come\u00e7ou ressaltando a import\u00e2ncia da ponte entre os saberes ind\u00edgenas e n\u00e3o ind\u00edgenas para o fazer cient\u00edfico. Como etnobot\u00e2nica, que estuda a rela\u00e7\u00e3o entre pessoas e plantas, Vivi teve muitas oportunidades de contato com povos origin\u00e1rios e comunidades tradicionais, observando sua rela\u00e7\u00e3o com as plantas e a floresta.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A partir desse contato, um dos pontos que ela ressaltou em sua fala foi a diversidade de l\u00ednguas e modos de nomear as plantas. Vivi tamb\u00e9m citou algumas plantas espec\u00edficas, como a mandioca, o crajiru e o tabaco, que envolvem saberes muito particulares, passados pela tradi\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas, em rela\u00e7\u00e3o a seu manejo, processamento e preparo. A import\u00e2ncia de proteger esses saberes, al\u00e9m das plantas em si, \u00e9 tamb\u00e9m uma forma de preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria e de manuten\u00e7\u00e3o da vida e da cultura dos povos ind\u00edgenas que conhecem cada planta e seus muitos usos poss\u00edveis.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por fim, a fala passou para a fil\u00f3sofa e pensadora Leda Maria Martins, que iniciou pedindo ao p\u00fablico que chegasse mais perto, ficasse mais juntinho, em roda \u2013 para n\u00e3o repetirmos ali, enfileirados e silenciosos, os modos coloniais.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Leda fez uma longa fala, costurando muitos pontos da visita guiada: as falas de Anna e Cris, as narrativas compartilhadas por seu Francisco, e ainda as rela\u00e7\u00f5es entre os saberes ind\u00edgenas e os saberes negros, afrodiasp\u00f3ricos, a partir da oralidade, do canto, do corpo, da mem\u00f3ria.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4170-Enhanced-NR-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2030\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4170-Enhanced-NR-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1707\" \/><\/a><em>Foto: JPrado<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cOnde tem negro tem canto; onde tem Maxakali tem canto tamb\u00e9m\u201d, disse Leda, e logo ela percebeu que est\u00e1vamos falando muito de cantos, mas ningu\u00e9m cantava; ent\u00e3o pediu a Cris que cantasse, e depois a seu Francisco e Veronica. Ela pr\u00f3pria tamb\u00e9m cantou.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4003-Enhanced-NR-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-2023 size-large\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4003-Enhanced-NR-683x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"683\" height=\"1024\" \/><\/a><em>Foto: JPrado<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Aos poucos, nossa roda de conversa se transformou em uma roda de ciranda, com todo o p\u00fablico em p\u00e9, atento e presente. Entre cantos e giras, Leda trouxe a import\u00e2ncia da voz, da mem\u00f3ria e da troca de saberes, ressaltando que os conhecimentos s\u00e3o incompletos e imperfeitos, e se beneficiam uns dos outros em vez de se exclu\u00edrem mutuamente.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um elemento importante de toda comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 o tempo. Na oralidade, vivemos o tempo presente: as palavras vivem em um corpo, est\u00e3o aqui com a gente. Leda tamb\u00e9m falou sobre o tempo: a <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">dura\u00e7\u00e3o<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> de cada coisa, e como para ouvir, assim como para conhecer as Escolas Vivas, precisamos abrir espa\u00e7o para a dura\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel somente \u201cvisitar\u201d uma exposi\u00e7\u00e3o, ela disse; achamos que visitamos uma exposi\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 a exposi\u00e7\u00e3o que nos chama para estar ali. E precisamos estar no tempo que for necess\u00e1rio. Isso tamb\u00e9m diz respeito n\u00e3o apenas ao que fazemos ou deixamos de fazer, mas \u00e0 forma como fazemos, \u00e0 forma como escutamos, \u00e0 forma como vivemos em coletivo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O espa\u00e7o da exposi\u00e7\u00e3o VIVA VIVA ESCOLA VIVA, acolhido pelo sal\u00e3o da Casa Fran\u00e7a-Brasil \u2013 antiga alf\u00e2ndega do Rio de Janeiro \u2013, \u00e9 dedicado \u00e0 mem\u00f3ria de muitas formas. In\u00fameras camadas de passado e presente se atravessam ali. Falando desse lugar, segurando nas m\u00e3os do p\u00fablico, Leda reuniu todos esses tempos e espa\u00e7os nos corpos de cada pessoa ali presente.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse momento, eu j\u00e1 tinha deixado de anotar o que acontecia na visita guiada, sendo levado para a presen\u00e7a e para outros c\u00f3digos. Compartilho, ent\u00e3o, com minhas palavras um rastro das mem\u00f3rias que as palavras de Leda cirandaram por aqui:<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">N\u00f3s falamos das plantas<br \/>\ncomo se elas estivessem ali,<br \/>\ndistantes e diferentes de n\u00f3s,<br \/>\nmas tamb\u00e9m somos planta.<br \/>\nTamb\u00e9m temos folhas e galhos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A mem\u00f3ria \u00e9 uma mem\u00f3ria<br \/>\nDe tudo que n\u00f3s somos.<br \/>\nN\u00f3s somos terra, somos \u00e1gua,<br \/>\nsomos c\u00e9u, gente, jiboia.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Tudo se atravessa.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">N\u00f3s esquecemos disso.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Mas n\u00e3o tem problema<br \/>\nesquecermos disso<br \/>\nse a gente se lembrar:<br \/>\ntrazer para o corpo<br \/>\na mem\u00f3ria da \u00e1gua,<br \/>\na mem\u00f3ria da terra,<br \/>\na mem\u00f3ria do animal, da planta.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A mem\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 somente<br \/>\num la\u00e7o afetivo. \u00c9 uma forma<br \/>\nde salvar do esquecimento e,<br \/>\nportanto, da morte.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">As crian\u00e7as Maxakali pintam<br \/>\n<em>dezenas de esp\u00e9cies<\/em> de abelhas<br \/>\nque n\u00e3o existem mais.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">A mem\u00f3ria dos cantos<br \/>\ne das hist\u00f3rias faz com que elas<br \/>\ncontinuem vivas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Enquanto existir mem\u00f3ria,<br \/>\nas vidas estar\u00e3o presentes<br \/>\ne ser\u00e1 poss\u00edvel ficar de p\u00e9<br \/>\npara quem \u00e9 de ficar de p\u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4214-Enhanced-NR-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2032\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/MG_4214-Enhanced-NR-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1707\" \/><\/a><\/span><em>Foto: JPrado<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Texto: Daniel Grimoni*<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Imagens: JPrado\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/pradojota\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">@pradojota<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">*Daniel \u00e9 artista e educador, licenciado em Letras pela UNIRIO e estudante de m\u00fasica. \u00c9 autor do livro de poesia <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Todo (o) corpo agora<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (2019), al\u00e9m de contos, poemas e ensaios publicados por a\u00ed. Pesquisa os di\u00e1logos entre arte, ecologia e educa\u00e7\u00e3o, e trabalha, desde o in\u00edcio de 2023, como assistente de produ\u00e7\u00e3o no Selvagem.<\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>UMA CIRANDA ENTRE MEM\u00d3RIAS 24 de mar\u00e7o de 2025 &nbsp; Foto: JPrado Seguindo o futuro das Escolas Vivas, sonhamos viver o tempo das mem\u00f3rias vivas e ativas, em um fluxo constante de trocas e sens\u00edveis intera\u00e7\u00f5es com todas as formas de vida. Cristine Taku\u00e1 &nbsp; No dia 24 de janeiro de 2024, fizemos um grande encontro na exposi\u00e7\u00e3o VIVA VIVA ESCOLA VIVA, celebrando os \u00faltimos dias na Casa Fran\u00e7a-Brasil, no Rio de Janeiro. A visita\u00e7\u00e3o segue aberta ao p\u00fablico at\u00e9 domingo, dia 28 de janeiro. No entanto, em vez de um encerramento, o que criamos juntos foram novas aberturas, novas conversas, novos in\u00edcios. O que \u00e9 vivo, afinal, n\u00e3o se encerra, ainda mais quando sabemos que nossos passos v\u00eam de antes. Quando nos reunimos em roda para celebrar a mem\u00f3ria, a diversidade e a pot\u00eancia viva de estarmos juntos, aprendermos e ensinarmos. Essa foi mais uma oportunidade de aprender a estar no mundo desde dentro das Escolas Vivas. 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