{"id":8458,"date":"2023-12-22T21:48:54","date_gmt":"2023-12-23T00:48:54","guid":{"rendered":"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/?p=1967"},"modified":"2026-02-10T17:35:39","modified_gmt":"2026-02-10T20:35:39","slug":"viva-viva-exposicao-escola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/viva-viva-exposicao-escola\/","title":{"rendered":"VIVA VIVA &#8211; EXPOSI\u00c7\u00c3O ESCOLA"},"content":{"rendered":"<div id=\"fws_69df07e965180\"  data-column-margin=\"default\" data-midnight=\"dark\"  class=\"wpb_row vc_row-fluid vc_row\"  style=\"padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; \"><div class=\"row-bg-wrap\" data-bg-animation=\"none\" data-bg-animation-delay=\"\" data-bg-overlay=\"false\"><div class=\"inner-wrap row-bg-layer\" ><div class=\"row-bg viewport-desktop\"  style=\"\"><\/div><\/div><\/div><div class=\"row_col_wrap_12 col span_12 dark left\">\n\t<div  class=\"vc_col-sm-12 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding inherit_tablet inherit_phone\"  data-padding-pos=\"all\" data-has-bg-color=\"false\" data-bg-color=\"\" data-bg-opacity=\"1\" data-animation=\"\" data-delay=\"0\" >\n\t\t<div class=\"vc_column-inner\" >\n\t\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t\t\n<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t<h5 style=\"text-align: center;\">VIVA VIVA &#8211; EXPOSI\u00c7\u00c3O ESCOLA<\/h5>\n<p style=\"text-align: center;\">22 de dezembro de 2023<\/p>\n<h5 style=\"text-align: center;\"><i>Selvagem, ciclo de estudos apresenta as Escolas Vivas em exposi\u00e7\u00e3o de artes e medicinas na Casa Fran\u00e7a-Brasil<\/i><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quem caminha pelo centro do Rio de Janeiro pode provar a sorte de ter o olhar atra\u00eddo por duas on\u00e7as que ladeiam a entrada da Casa Fran\u00e7a Brasil. S\u00e3o desenhos Guarani que convidam o p\u00fablico a entrar na exposi\u00e7\u00e3o VIVA VIVA ESCOLA VIVA, aberta no dia 02 de dezembro e com visita\u00e7\u00e3o gratuita at\u00e9 28 de janeiro de 2024.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o do <\/span><strong><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/\">Selvagem, a cycle of studies on life<\/a><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> e traz, pela primeira vez, a conflu\u00eancia entre as<\/span><strong><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/colabore\/\"> Living Schools<\/a><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">, territ\u00f3rios de transmiss\u00e3o de saberes tradicionais que t\u00eam sido ativados em di\u00e1logos coordenados por Cristine Taku\u00e1.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">ducadora, m\u00e3e, parteira, pensadora Maxakali, Cris habita, h\u00e1 20 anos, com seu companheiro Carlos Pap\u00e1 Por\u00e3 Mirim e seus filhos Kau\u00ea e Djeguak\u00e1, a Terra Ind\u00edgena Rio Silveira do Povo Guarani-Mbya, e tem compartilhado em relat\u00f3rios trimestrais as viv\u00eancias das Escolas Vivas Shubu Hiwea, Huni Kuin; Aldeia Escola Floresta, Maxakali; Mbya Arandu Por\u00e3, Guarani Mbya e Bahserikowi, Tukano. Em 2024 a Escola Viva Baniwa passa a integrar o projeto, compondo uma potente constela\u00e7\u00e3o de 5 territ\u00f3rios: tr\u00eas na floresta amaz\u00f4nica e dois na floresta Nhe\u2019\u00ebr\u00ff.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m de coordenadora desse movimento, Cris \u00e9 curadora desta exposi\u00e7\u00e3o que comunica ao mundo a exist\u00eancia da resist\u00eancia na forma de transmiss\u00e3o de saberes, trazendo para o centro da cidade experi\u00eancias de encontro com o tempo m\u00edtico e com os muitos mundos que h\u00e1 no mundo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em suas palavras, ela diz que \u201ca exposi\u00e7\u00e3o vem para dizer que existe uma diversidade muito grande de povos ind\u00edgenas no Brasil e que a gente est\u00e1 com uma pequena amostra de povos que est\u00e3o trazendo o seu pensamento atrav\u00e9s da arte. VIVA VIVA ESCOLA VIVA n\u00e3o \u00e9 meramente uma exposi\u00e7\u00e3o de arte ind\u00edgena contempor\u00e2nea, mas uma exposi\u00e7\u00e3o da ess\u00eancia do pensamento, da ativa\u00e7\u00e3o desses coletivos que est\u00e3o nesses territ\u00f3rios trazendo um pouco dessas hist\u00f3rias que s\u00e3o mem\u00f3rias ancestrais traduzidas nessas produ\u00e7\u00f5es\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o h\u00e1 divis\u00f5es entre as <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Living Schools <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">na distribui\u00e7\u00e3o das alas dessa ocupa\u00e7\u00e3o selvagem da Casa Fran\u00e7a Brasil. Ao centro, no cora\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o, um jardim com plantas mestras traz a presen\u00e7a das guias dos estudos e percursos no Selvagem. A parceria com o Jardim Bot\u00e2nico do Rio de Janeiro fez brotar um jardim por onde caminham animais de madeira entalhados pelos Guarani.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/DSC9312-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1980\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/DSC9312-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1440\" \/><\/a><em>Fotos: Clara Almeida | Acervo Selvagem, 2023<\/em><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/DSC0542-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1981\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/DSC0542-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1440\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os pilares, transformados em palmeiras, criam alegorias coloridas e alegres, sustentando o esp\u00edrito de encantamento que o Selvagem incorpora. Entre elas, no topo, um sutil arco-\u00edris abrilhanta o espa\u00e7o que apresenta artes e medicinas desses diferentes territ\u00f3rios. Cada uma das express\u00f5es trazidas ali \u00e9 sustentada por hist\u00f3rias, narrativas e contextos muito fortes.<\/p>\n<p>No plano seguinte ao jardim, um altar: ali est\u00e3o dispostos um pano professor que traz os <strong>ken\u00ea<\/strong> (grafismos sagrados) Huni Ku\u00ef; o pano \u00e9 um grande mestre que, junto das cestarias Guarani, ensina que se pode aprender geometria, matem\u00e1tica e mem\u00f3ria atrav\u00e9s da presen\u00e7a de outros tipos de professores. Pode se aprender, tamb\u00e9m, atrav\u00e9s do fazer. Os <strong>ken\u00eas<\/strong> foram ensinados pela jiboia e s\u00e3o atravessados por padr\u00f5es energ\u00e9ticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/DSC9760-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1982\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/DSC9760-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1440\" \/><\/a><em>Foto: Clara Almeida | Acervo Selvagem, 2023<\/em><\/p>\n<p>Teresa Net\u00eb, mestra artes\u00e3 de tecelagem e conhecedora de 26 <strong>ken\u00eas<\/strong> da tradi\u00e7\u00e3o Huni Ku\u00ef, esteve na abertura da exposi\u00e7\u00e3o e no Semin\u00e1rio Aprendizagem Viva. Junto a Dua Bus\u00eb, ela abriu a escola de tecelagem Una Shubu Xin\u00e3 Ku\u00ef, que ensina 13 jovens artes\u00e3s da comunidade a memorizar e aplicar os <strong>ken\u00eas<\/strong> que ela conhece. Net\u00eb trabalha para que a sabedoria ancestral e seus ritos, cantos, costumes e grafismos seja preservada. O desejo \u00e9 que as jovens m\u00e3es e av\u00f3s possam ter uma oportunidade de sustento para suas fam\u00edlias e autonomia atrav\u00e9s de seu trabalho nos teares de onde saem redes, tecidos, roupas e outras pe\u00e7as de ineg\u00e1vel for\u00e7a.<\/p>\n<p>Ao lado desta ala geom\u00e9trica da exposi\u00e7\u00e3o, duas grandes bandeiras verticais: a da esquerda, do povo Guarani e a da direita, do povo Maxakali. Nelas est\u00e3o seus cantos, c\u00f3digos e as hist\u00f3rias dos antigos por tr\u00e1s de cada pincelada.<\/p>\n<p><strong>A ARANHA, A JIBOIA E O DONO DOS PODERES DA NATUREZA<\/strong><\/p>\n<p>As telas Huni Ku\u00ef apresentam seus mitos de origem. As grandes pinturas que est\u00e3o expostas na Casa Fran\u00e7a-Brasil foram feitas no \u00e2mbito de outra experi\u00eancia conduzida pela Dantes, o<strong> <a href=\"https:\/\/dantes.com.br\/projetos\/una-shubu-hiwea\/\">Una Shubu Hiwea, Livro Escola Viva<\/a><\/strong>, publicado em 2019.<\/p>\n\t<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n\n\t\t\t<\/div> \n\t\t<\/div>\n\t<\/div> \n<\/div><\/div>\n\t\t<div id=\"fws_69df07e96581a\"  data-column-margin=\"default\" data-midnight=\"dark\"  class=\"wpb_row vc_row-fluid vc_row\"  style=\"padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; \"><div class=\"row-bg-wrap\" data-bg-animation=\"none\" data-bg-animation-delay=\"\" data-bg-overlay=\"false\"><div class=\"inner-wrap row-bg-layer\" ><div class=\"row-bg viewport-desktop\"  style=\"\"><\/div><\/div><\/div><div class=\"row_col_wrap_12 col span_12 dark left\">\n\t<div  class=\"vc_col-sm-12 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding inherit_tablet inherit_phone\"  data-padding-pos=\"all\" data-has-bg-color=\"false\" data-bg-color=\"\" data-bg-opacity=\"1\" data-animation=\"\" data-delay=\"0\" >\n\t\t<div class=\"vc_column-inner\" >\n\t\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t\t\n<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t<p><b>A TERRA NASCEU PERFUMADA<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Oito desenhos acompanham a instala\u00e7\u00e3o, feitos por Renato Man\u00e1 e Zenira Nesheni, da aldeia Novo Segredo. S\u00e3o representa\u00e7\u00f5es de Yuxibu e das fam\u00edlias que comp\u00f5em os cl\u00e3s Huni Ku\u00ef. Para eles, muitos seres j\u00e1 vieram junto com esse planeta. A floresta e algumas plantas, inclusive as perfumosas, atribuindo assim um aroma\u00a0 para a origem do mundo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Semear narrativas e mem\u00f3rias pluriversais \u00e9 uma das premissas do Selvagem, que emerge dos 12 anos de viv\u00eancia que Anna Dantes, atrav\u00e9s da Dantes Editora, teve com o povo Huni Ku\u00ef, trabalhando para eles.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As Escolas Vivas s\u00e3o as m\u00e3es do Selvagem e a exposi\u00e7\u00e3o se coloca como um portal de contato com a diversidade dos povos ind\u00edgenas no Brasil. Segundo Cris Taku\u00e1, \u201cno Brasil muita gente acha que s\u00f3 tem povos ind\u00edgenas na Amaz\u00f4nia, n\u00e3o entende que tem povos ind\u00edgena dentro Rio de Janeiro, por exemplo, que tem Guarani resistindo em Paraty, em Angra dos Reis\u2026 Muitas vezes isso passa despercebido e \u00e9 do desconhecimento que vem o preconceito\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">The <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Selvagem <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">e as <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Living Schools<\/span><span style=\"font-weight: 400;\"> est\u00e3o em alian\u00e7a para que as hist\u00f3rias que s\u00e3o contadas para as crian\u00e7as n\u00e3o tenham s\u00f3 como base o conhecimento ocidental; para que a hist\u00f3ria do Brasil, por exemplo, n\u00e3o comece a partir da expans\u00e3o mar\u00edtima.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m das ativa\u00e7\u00f5es que est\u00e3o sendo feitas pelo fortalecimento da mem\u00f3ria de cada um dos povos, a exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m uma possibilidade de aproximar o p\u00fablico dessas realidades que as pr\u00f3prias escolas n\u00e3o trazem quando ensinam hist\u00f3ria, arte e linguagens, pois a grande maioria das escolas do Brasil n\u00e3o conseguem dialogar e fazem media\u00e7\u00f5es entre as outras formas de ser, estar e conceber o mundo.<\/span><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"FLECHA 7 - A FERA E A ESFERA\" width=\"1080\" height=\"608\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/OZ92ernZsKk?start=1&#038;feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>A Flecha 7 &#8211; <strong>The Feral and the Sphere<\/strong> toca na ilus\u00e3o de um pa\u00eds forjado colonialmente pela tentativa de apagamento de toda a mem\u00f3ria e dos mundos que est\u00e3o aqui, vivos.<\/em><\/p>\n\t<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n\n\t\t\t<\/div> \n\t\t<\/div>\n\t<\/div> \n<\/div><\/div>\n\t\t<div id=\"fws_69df07e965a42\"  data-column-margin=\"default\" data-midnight=\"dark\"  class=\"wpb_row vc_row-fluid vc_row\"  style=\"padding-top: 0px; padding-bottom: 0px; \"><div class=\"row-bg-wrap\" data-bg-animation=\"none\" data-bg-animation-delay=\"\" data-bg-overlay=\"false\"><div class=\"inner-wrap row-bg-layer\" ><div class=\"row-bg viewport-desktop\"  style=\"\"><\/div><\/div><\/div><div class=\"row_col_wrap_12 col span_12 dark left\">\n\t<div  class=\"vc_col-sm-12 wpb_column column_container vc_column_container col no-extra-padding inherit_tablet inherit_phone\"  data-padding-pos=\"all\" data-has-bg-color=\"false\" data-bg-color=\"\" data-bg-opacity=\"1\" data-animation=\"\" data-delay=\"0\" >\n\t\t<div class=\"vc_column-inner\" >\n\t\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t\t\n<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/IMG_4277-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1976\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/IMG_4277-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1707\" \/><\/a><em>Foto: Erika Hoch | Acervo Selvagem, 2023<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nas telas Guarani, feitas durante o <strong><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/ciclo-nheery-ayvu-para\/\">ciclo Nhe\u2019\u00ebr\u00ff<\/a><\/strong>, que aconteceu em junho deste ano no Museu das Culturas Ind\u00edgenas de S\u00e3o Paulo, est\u00e3o retratadas a floresta Nhe\u2019\u00ebr\u00ff origin\u00e1ria e a floresta modificada ap\u00f3s a invas\u00e3o colonial. Nhe\u2019\u00ebr\u00ff \u00e9 como os Guarani se referem ao que chamamos Mata Atl\u00e2ntica. Para eles, ela \u00e9 o lugar onde os esp\u00edritos se banham.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"font-weight: 400;\">Para aprender mais sobre, acesse a <\/span><a href=\"https:\/\/youtube.com\/playlist?list=PLYysvnBmz4S3qv0IeroA3vmjyenUInjCC&amp;si=kw44mIDOhRdDd-1a\"><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>playlist<\/strong> <\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">do ciclo AYVU PAR\u00c1, que transfundiu para 13 aulas &#8211; filme o mergulho feito na l\u00edngua e composi\u00e7\u00e3o do mundo Guarani.<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O desabrochar da noite tamb\u00e9m est\u00e1 presente em uma das telas. A narrativa de origem da vida que brota a partir do escuro foi pintada por Fabinho e se conecta com a profunda fala e Carlos Pap\u00e1 que deu origem ao <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Selvagem Notebook <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><strong><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/2023\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/CADERNO18_PAPA-1.pdf\">Pytun Jer\u00e1<\/a><\/strong>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A tela que traz Nhandesy, a m\u00e3e do sol, tamb\u00e9m conta com um Caderno Selvagem correspondente: <\/span><strong><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/2023\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/CADERNO79_PAPA_KANGUA.pdf\">A vida do sol na terra<\/a><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">, <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">de autoria de Carlos Pap\u00e1 e Ver\u00e1 Kang\u00e1,<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">narra as aventuras dos g\u00eameos Kuaray e Jaxy, filhos de Nhanderu e Nhandesy.<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\"><i>&#8220;Todos os territ\u00f3rios ind\u00edgenas s\u00e3o Escolas Vivas, mas muitos n\u00e3o se reconhecem como tal.&#8221;<\/i><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Escola Viva Tukano, muito ligada \u00e0 medicina, trouxe uma farm\u00e1cia viva amaz\u00f4nica, composta por medicamentos e preparados feitos pelos povos Tukano e Desana. Jo\u00e3o Paulo Lima Barreto, Anacleto Barreto e Carla Wisu vieram de Manaus para compartilhar a hist\u00f3ria do Centro de Medicina Ind\u00edgena Bahserikowi, que est\u00e1 de portas abertas para atender o p\u00fablico muito em virtude do repasse mensal de R$8.000,00 destinado a cada Escola Viva. As m\u00e3os curiosas quase n\u00e3o cont\u00e9m a vontade de pegar, abrir e entrar em contato, atrav\u00e9s de outros sentidos para al\u00e9m da vis\u00e3o, com os ch\u00e1s, \u00f3leos e preparados enfileirados numa grande mesa de madeira. Suas propriedades e aplica\u00e7\u00f5es est\u00e3o estampadas em uma das paredes da sala que ancora a presen\u00e7a dos povos do Alto Rio Negro na exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O p\u00fablico presente nas rodas de abertura da exposi\u00e7\u00e3o e do semin\u00e1rio teve a oportunidade de receber <strong>bahsese<\/strong>, uma pr\u00e1tica de cura feita por um especialista, o <strong>kumu<\/strong>. <strong>Kumu<\/strong> Anacleto atendeu dezenas de pessoas que fizeram fila para receber essa terapia ancestral.<\/p>\n<p>Na mesma sala est\u00e3o os desenhos e pinturas que narram a origem do mundo a partir do entendimento dos povos Baniwa. S\u00e3o 28 aquarelas de momentos das hist\u00f3rias presentes no livro <strong><a href=\"https:\/\/dantes.com.br\/produto\/umbigo-do-mundo\/\">Umbigo do Mundo [World\u2019s Navel]<\/a><\/strong>, de Francy Baniwa. Lan\u00e7ado pela Dantes Editora em mar\u00e7o de 2023, ele traz narrativas contadas por Francisco Baniwa \u00e0 sua filha, \u00e0 \u00e9poca estudante de antropologia e, atualmente, doutoranda. Frank, irm\u00e3o de Francy, que seria a pessoa a naturalmente receber o conhecimento do pai, passou a se interessar a partir da arte e essa foi a primeira vez em que ele fez aquarelas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Acesse <strong><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/comunicacoes\/o-nosso-territorio-e-o-mundo-todo\/\">the speech<\/a> <\/strong><strong>O NOSSO TERRIT\u00d3RIO \u00c9 O MUNDO TODO<\/strong>, uma entrevista com Francy Baniwa feita pelo Grupo Comunica\u00e7\u00f5es da Comunidade Selvagem.<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um dos sonhos de Jo\u00e3o Paulo, fundador do Centro de Medicina e coordenador da Escola Viva Tukano \u00e9 voltar para o seu territ\u00f3rio e preparar os mais novos para o caminho da medicina ind\u00edgena. Para isso, Cris Taku\u00e1 afirma que \u201cn\u00e3o tem como praticar escola viva\u00a0 se n\u00e3o tiver floresta viva. N\u00e3o tem como o Jo\u00e3o Paulo praticar o sonho das medicinas ind\u00edgenas se n\u00e3o tiver floresta, porque as medicinas est\u00e3o na floresta, todas as ensinan\u00e7as que as <em>Living Schools<\/em> se prop\u00f5em a ativar nessas mem\u00f3rias que foram apagadas, elas est\u00e3o na floresta\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O marco temporal representa o assassinato das escolas vivas: \u201c\u00c9 n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o conseguir acordar as mem\u00f3rias, mas, de fato, matar as mem\u00f3rias. Porque se toda a floresta que est\u00e1 sendo amea\u00e7ada pela minera\u00e7\u00e3o, pelo agroneg\u00f3cio, se tudo isso avan\u00e7ar mais do que j\u00e1 est\u00e1, vai ser dif\u00edcil a gente continuar sonhando com as escolas vivas. Queremos colocar um ponto de interroga\u00e7\u00e3o na cabe\u00e7a dos brasileiros que, al\u00e9m de n\u00e3o saberem que o Brasil tem mais de 300 povos falantes de muitas l\u00ednguas, t\u00eam um total desconhecimento das nossas lutas, dos nossos sonhos\u201d, completa Cris.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/DSC1059-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1974\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/DSC1059-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1549\" \/><\/a><\/span><em>Foto: Clara Almeira | Acervo Selvagem, 2023<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Escola Viva Maxakali e seus coordenadores Isael e Sueli tamb\u00e9m esti<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">veram presentes na exposi\u00e7\u00e3o. As obras selecionadas tiveram a curadoria de Paula Berbert, que h\u00e1 muito tempo trabalha junto \u00e0 Aldeia Escola Floresta. A disposi\u00e7\u00e3o das obras no espa\u00e7o respeita as interdi\u00e7\u00f5es espirituais entre os rituais que cada tela traz. Embora reconhecidos no campo da arte, com trabalhos que circulam em institui\u00e7\u00f5es e espa\u00e7os expositivos, Isael e Sueli vivem uma cont\u00ednua luta por territ\u00f3rio junto a seu povo. A ala Maxakali tamb\u00e9m conta com pinturas\u00a0 feitas durante oficinas com mulheres, crian\u00e7as, jovens e anci\u00e3os, ocasi\u00e3o em que Cristine Taku\u00e1 esteve presente e compartilhou no <\/span><strong><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/2023\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/sexto_relatorio_escolaviva.pdf\">R<\/a><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/2023\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/sexto_relatorio_escolaviva.pdf\">elat\u00f3rio<\/a><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/2023\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/sexto_relatorio_escolaviva.pdf\"> 6 das Escolas Vivas<\/a><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\">, elaborado por ela em colabora\u00e7\u00e3o com Anai Vera.<\/span><\/p>\n<p><strong>CHILDREN\u2019S MALOCA<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em uma a\u00e7\u00e3o do <\/span><strong><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/criancas-selvagem\/\">Children Group<\/a><\/strong><span style=\"font-weight: 400;\"> da Comunidade Selvagem, coordenado por Veronica Pinheiro, a programa\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o oferece oficinas para crian\u00e7as e experi\u00eancias de fortalecimento e nutri\u00e7\u00e3o de outras formas de estar no mundo. A canoa, s\u00edmbolo das Escolas Vivas, est\u00e1 no centro da maloca. Aqui ela se chama \u2018Encantada\u2019 e por ela passaram hist\u00f3rias, geotintas, fios e contas, milho\u2026 A proposta \u00e9 que, ao entrar, a pessoa sinta que a din\u00e2mica da aprendizagem \u00e9 viva e que todo mundo est\u00e1 fazendo parte.\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/IMG_4474-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1977\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/IMG_4474-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1707\" \/><\/a><em>Foto: Erika Hoch | Acervo Selvagem, 2023<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A lousa que circunda o espa\u00e7o materializa a no\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o h\u00e1 s\u00f3 um mestre, mas que todos s\u00e3o mestres, desmontando a ideia de um espa\u00e7o em que um professor est\u00e1 \u00e0 frente e os alunos atr\u00e1s. Nessa maloca escola em que todos ensinam e aprendem, nas paredes brilham cartazes coloridos que trazem palavras nas v\u00e1rias l\u00ednguas ind\u00edgenas que s\u00e3o faladas e cultivadas nas Escolas Vivas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pr\u00f3xima \u00e0 Maloca est\u00e1 <\/span><em><span style=\"font-weight: 400;\">Pedra do Lagarto<\/span><\/em><i><span style=\"font-weight: 400;\">,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> uma pintura de Ailton Krenak que registra sua forte rela\u00e7\u00e3o com o maci\u00e7o do Espinha\u00e7o, na parte sul da cordilheira.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Acesse <\/span><a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1SUAvw6gOjvkHU71am0a1IfhB7ywApUjo\/view?usp=sharing\"><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>the speech<\/strong> <\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">o release com detalhes sobre as oficinas \ud83d\ude42<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>COMO FAZER PARTE DESSA HIST\u00d3RIA<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O apoio financeiro cria a base de manuten\u00e7\u00e3o desses projetos, que t\u00eam a natureza de nascerem e acontecerem nos territ\u00f3rios e se expressarem da forma como cada povo entende que isso deve ser.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em uma conversa de orienta\u00e7\u00e3o para os mediadores da exposi\u00e7\u00e3o, Cris conta que \u201choje o que Dua Bus\u00eb faz na Aldeia Cora\u00e7\u00e3o da floresta, o que Sueli e Isael fazem na Aldeia Escola Floresta, e os demais coordenadores em suas Escolas Vivas, \u00e9 se colocarem como portais de ativa\u00e7\u00e3o dos jovens, das crian\u00e7as, das mulheres, de convidar suas comunidades e seu povo a se fortalecer, ativar e transmitir mem\u00f3rias ancestrais\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esse plantio no tempo requer a manuten\u00e7\u00e3o de um fluxo cont\u00ednuo de repasse financeiro para exist\u00eancias que nunca tiveram recursos para al\u00e9m da aposentadoria mensal e da bolsa fam\u00edlia, garantindo a possibilidade de uma tr\u00e9gua em rela\u00e7\u00e3o a essa luta.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Visit <\/span><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/colabore\/\"><b>the page<\/b><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> to support or learn more.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/DSC0002-scaled.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1978\" src=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/comunicacoes\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/DSC0002-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"1440\" \/><\/a><em>Foto: Clara Almeida | Acervo Selvagem, 2023<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As Escolas Vivas s\u00e3o pequenas e grandes rodas em que um mais velho conta uma hist\u00f3ria, s\u00e3o as dan\u00e7as dessas hist\u00f3rias nas imagina\u00e7\u00f5es das crian\u00e7as, dos jovens ou mesmo na lembran\u00e7a dos mais velhos. Essas e outras faces das Escolas Vivas ser\u00e3o compartilhadas nos ciclos online que ir\u00e3o ao ar em 2024 no canal do Youtube do Selvagem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">VIVA VIVA \u00e9 a primeira exposi\u00e7\u00e3o realizada pelo Selvagem, num grande esfor\u00e7o coletivo por abrir um espa\u00e7o onde as Escolas Vivas sejam apresentadas ao mundo. Ancorando sua presen\u00e7a por uma temporada no centro do Rio de Janeiro, o Selvagem quer tocar cora\u00e7\u00f5es e consci\u00eancias espalhando sementes que convidem pessoas de universos diferentes para se engajem e apoiem o fortalecimento de um mundo que \u00e9 feito de muitos mundos, que \u00e9 ancestral e est\u00e1 vivo pois se atualiza todos os dias.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os mediadores s\u00e3o os jardineiros desse plantio: al\u00e9m de cuidarem do espa\u00e7o e regarem as plantas, eles conectam mundos, acolhendo cada pessoa que atravessa a porta e convidando-a \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nas palavras de Daniel Grimoni, coordenador do Grupo de Produ\u00e7\u00e3o da Comunidade Selvagem, a exposi\u00e7\u00e3o \u201coferece um ambiente que n\u00e3o segue a mesma l\u00f3gica da maioria dos ambientes onde essas pessoas circulam em seu dia a dia. Temos aqui um espa\u00e7o que valoriza a diversidade, a diferen\u00e7a, valoriza a escuta, valoriza a troca, o afeto\u2026 E a gente est\u00e1 ali junto, sorrindo, disposto. S\u00f3 de a pessoa ter contato com essa energia, j\u00e1 \u00e9 diferente\u201d.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>PR\u00d3XIMAS ATIVA\u00c7\u00d5ES<\/b><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><a href=\"https:\/\/sauvajatai.com\/solo-da-cana-de-izabel-stewart-faz-temporada-de-06-a-29-de-outubro-no-espaco-abu-rj\/\"><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>Solo da Cana<\/strong><\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, de Izabel Stewart, com dire\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Saldanha. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Data: 13.01.24 \/ hor\u00e1rio a definir.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Uma s\u00e9rie de visitas guiadas acontecer\u00e1 semanalmente a partir de janeiro. Os dias e hor\u00e1rios ser\u00e3o divulgados no site e Instagram.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Se quiser agendar uma visita, escreva para <strong>daniel@selvagemciclo.org.br<\/strong><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Texto: Mariana Rotili a partir de falas de Anna Dantes e Cristine Taku\u00e1 e textos das redes do <\/span><em><span style=\"font-weight: 400;\">Selvagem, ciclo de estudos<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Fotos: Clara Almeida e Ericka Hoch<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h1 class=\"entry-title\"><\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n\t<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n\n\t\t\t<\/div> \n\t\t<\/div>\n\t<\/div> \n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"VIVA VIVA - EXPOSI\u00c7\u00c3O ESCOLA 22 de dezembro de 2023 Selvagem, ciclo de estudos apresenta as Escolas Vivas em exposi\u00e7\u00e3o de artes e medicinas na Casa Fran\u00e7a-Brasil &nbsp; &nbsp; Quem caminha pelo centro do Rio de Janeiro pode provar a sorte de ter o olhar atra\u00eddo por duas on\u00e7as que ladeiam a entrada da Casa Fran\u00e7a Brasil. S\u00e3o desenhos Guarani que convidam o p\u00fablico a entrar na exposi\u00e7\u00e3o VIVA VIVA ESCOLA VIVA, aberta no dia 02 de dezembro e com visita\u00e7\u00e3o gratuita at\u00e9 28 de janeiro de 2024. A exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o do Selvagem, ciclo de estudos sobre a vida e traz, pela primeira vez, a conflu\u00eancia entre as Escolas Vivas, territ\u00f3rios de transmiss\u00e3o de saberes tradicionais que t\u00eam sido ativados em di\u00e1logos coordenados por Cristine Taku\u00e1. Educadora, m\u00e3e, parteira, pensadora Maxakali, Cris habita, h\u00e1 20 anos, com seu companheiro Carlos Pap\u00e1 Por\u00e3 Mirim e seus filhos Kau\u00ea e Djeguak\u00e1, a Terra Ind\u00edgena Rio Silveira do Povo Guarani-Mbya, e...","protected":false},"author":2,"featured_media":8913,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[81],"tags":[135,15,37],"class_list":["post-8458","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-alcance-e-desdobramentos","tag-cristine-takua","tag-escolas-vivas","tag-exposicao"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>VIVA VIVA - EXPOSI\u00c7\u00c3O ESCOLA - Selvagem<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/viva-viva-exposicao-escola\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_GB\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"VIVA VIVA - EXPOSI\u00c7\u00c3O ESCOLA - Selvagem\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/en\/viva-viva-exposicao-escola\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Selvagem\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2023-12-23T00:48:54+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2026-02-10T20:35:39+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/DSC0705-1-scaled-1.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1600\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"900\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"selvagem\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Written by\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"selvagem\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Estimated reading time\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"16 minutes\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/viva-viva-exposicao-escola\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/viva-viva-exposicao-escola\/\"},\"author\":{\"name\":\"selvagem\",\"@id\":\"https:\/\/selvagemciclo.org.br\/#\/schema\/person\/5186b4c87114fbf24b65701276b72b11\"},\"headline\":\"VIVA VIVA &#8211; 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